
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Ámen.
Eu Infante D.Afonso (Henriques), de boa memória, neto do grande Afonso (VI) imperador de Espanha, e filho do Conde D.Henrique e da Rainha D. Teresa, desejando justiça e querendo seguir a memória e os preceitos dos meus antepassados, isto é, do Rei D. Fernando (o Magno) e de seu filho Afonso (VI), os quais sabemos que reinavam sobre todos os homens honrando a justiça e a verdade, e que não só ampliavam confiadamente com bom foral …”
“…E se um homem ou mulher disser ao seu vizinho ou vizinha que é amante de fulana ou fulano e não puder provar com inquirição pague trinta soldos ao Palácio e saia como homicida; e não haverá nenhuma multa por outro insulto (.) a não ser levar, entre nós, de um castelo para outro, homem preso ou carta.
E se não quiser levar (preso ou carta) pague uma cera.
E que se acorra ao apelido de mouros até onde se puder, e contra os cristãos tanto que possamos voltar no próprio dia, para nossas casas, excepto se formos com o rei…”
“…Nós supracitados, que mandámos fazer esta carta, na presença dos subscritores a roborámo e nela fizemos estes sinais + + + + +
Estiveram presentes:
Dom Martinho João, Alferes-Mor do Rei D.Estevão,Arcebispo de Braga
Dom Pedro João, Mordomo da Cúria D.Martinho, Bispo do Porto
Dom Lourenço Soares D. Pedro, Bispo de Coimbra
Dom Gomécio Soares D.Soeiro, Bispo de Lisboa
Dom Gil Velasques D.Soeiro ,Bispo de Évora
Dom Fernando Fernandes D.Pelágio, Bispo de Lamego
Dom João Fernandes D.Bartolomeu, Bispo de Viseu
Dom Rodrigo Mendes D.Martinho , Bispo de Egitãnia
Dom Pôncio Afonso
Dom Lopo Afonso
Vicêncio Mendes Mestre Pelágio Cantor Port.
Martinho Peres test. Pedro Garcia test.
Pedro Peres João Pelágio
Eu Infante D.Afonso (Henriques), de boa memória, neto do grande Afonso (VI) imperador de Espanha, e filho do Conde D.Henrique e da Rainha D. Teresa, desejando justiça e querendo seguir a memória e os preceitos dos meus antepassados, isto é, do Rei D. Fernando (o Magno) e de seu filho Afonso (VI), os quais sabemos que reinavam sobre todos os homens honrando a justiça e a verdade, e que não só ampliavam confiadamente com bom foral …”
“…E se um homem ou mulher disser ao seu vizinho ou vizinha que é amante de fulana ou fulano e não puder provar com inquirição pague trinta soldos ao Palácio e saia como homicida; e não haverá nenhuma multa por outro insulto (.) a não ser levar, entre nós, de um castelo para outro, homem preso ou carta.
E se não quiser levar (preso ou carta) pague uma cera.
E que se acorra ao apelido de mouros até onde se puder, e contra os cristãos tanto que possamos voltar no próprio dia, para nossas casas, excepto se formos com o rei…”
“…Nós supracitados, que mandámos fazer esta carta, na presença dos subscritores a roborámo e nela fizemos estes sinais + + + + +
Estiveram presentes:
Dom Martinho João, Alferes-Mor do Rei D.Estevão,Arcebispo de Braga
Dom Pedro João, Mordomo da Cúria D.Martinho, Bispo do Porto
Dom Lourenço Soares D. Pedro, Bispo de Coimbra
Dom Gomécio Soares D.Soeiro, Bispo de Lisboa
Dom Gil Velasques D.Soeiro ,Bispo de Évora
Dom Fernando Fernandes D.Pelágio, Bispo de Lamego
Dom João Fernandes D.Bartolomeu, Bispo de Viseu
Dom Rodrigo Mendes D.Martinho , Bispo de Egitãnia
Dom Pôncio Afonso
Dom Lopo Afonso
Vicêncio Mendes Mestre Pelágio Cantor Port.
Martinho Peres test. Pedro Garcia test.
Pedro Peres João Pelágio